Mais de 300 kg de maconha são apreendidos no Norte do Paraná

por australopiteco em 27 de junho de 2012


Durante operação de fiscalização, Policiais Militares Rodoviários do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) apreenderam 313 kg de maconha na PR 317, KM 11, em Colorado, região norte do Paraná, a 90 km de Maringá. A droga estava escondida em um fundo falso na carroceria de um Ford F-350.

Segundo os policiais que atenderam a ocorrência, eles notaram que o motorista parou o caminhão a 100 m da unidade de fiscalização e se escondeu na plantação de cana que havia ao lado da rodovia. A cena teria despertado a desconfiança dos policiais, os quais foram vistoriar o veículo.

Ao perceberem um fundo falso na carroceria, os policiais militares teriam utilizado uma esmilhadeira para cortar os parafusos que prendiam o assoalho e teriam encontrado os 255 tabletes de maconha, os quais totalizaram 313 kg da droga. O veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia de Polícia de Colorado para que sejam tomadas as atitudes cabíveis.

Policiais militares do 13º Batalhão prenderam, na terça-feira (26/06), Rosilene Ferreira Kister, 40 anos, Diego Luiz Campos, 29, e Allan Jony da Silva Gomes, 32, suspeitos de assaltar um mercado no bairro Cidade Industrial, em Curitiba. Os três foram encaminhados à Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV), onde foram autuados em flagrante por roubo, receptação e adulteração de sinal de veículo automotor.

Segundo o delegado-titular da DFRV, Gerson Alves Machado, o trio roubou um veículo Fiat/Punto, de cor prata, adulterou a placa um dia antes do assalto a um mercado na Vila São José. Os policiais militares foram chamados para prestar atendimento ao crime e em patrulhamento localizaram o veículo abandonado no mesmo bairro.

Após a prisão, os suspeitos foram reconhecidos na delegacia pela proprietária do mercado. Os três foram encaminhados à carceragem temporária onde permanecem à disposição da Justiça.

O veículo passou por uma perícia, que identificou a placa original e será devolvido ao proprietário assim que este apresentar os documentos comprobatórios.

Polícia Militar divulga dados estatísticos das UPS

por australopiteco em 8 de junho de 2012

Foi divulgado um balanço das atividades realizadas nas duas UPS (Unidade Paraná Seguro) instaladas pelo Governo do Estado em Curitiba, nos bairros Parolin e Uberaba. Os números mostram que os índices de criminalidade tiveram redução expressiva.

Instalada há um mês, a UPS Parolin não registrou um só caso de homicídio no período. No Uberaba, onde a UPS funciona desde março, o índice de homicídios teve redução de 75%. De acordo com o Comandante Geral da PM, coronel Roberson Luiz Bondaruk, os bons resultados foram possíveis graças à integração com outros órgãos. “Com o apoio do Governo do Estado e da Segurança Pública a Polícia Militar tem apresentado um excelente desempenho. Apesar das dificuldades estruturais a corporação está dando resposta em números de apreensão de drogas, armas, abordagens a pessoas e ao mesmo tempo reduzindo os índices de homicídios e de roubo”, avaliou.

Outro ponto positivo apontado é a integração com a população dos dois bairros. “No Uberaba, a aceitação é de 96% e do Parolin, de 91%”, informa o coronel Bondaruk. “Apesar de as UPS estarem instaladas em áreas específicas, o reflexo de suas ações se estende pelo bairro”, disse o Subcomandante Geral da PM, coronel César Alberto Souza.

UBERABA – A UPS do Uberaba atendeu a 301 ocorrências, o que representa um aumento de 33% no número de chamadas à Polícia Militar via 190 ou diretamente ao policial militar. O número de roubos caiu de 10, em março do ano passado, para apenas um no mesmo mês deste ano. Das ocorrências atendidas, 31% são de perturbação da tranquilidade. O número de ocorrências do gênero caiu 25%.

“Isto demonstra a confiança da população em chamar a Polícia Militar, via 190 ou pessoalmente, para atendimento de ocorrência, pois tem a certeza de que será atendida”, disse o Coronel Cesar.

PAROLIN – Do dia 7 de maio (lançamento) a 3 de junho os policiais atuantes na UPS do Parolin abordaram 1.194 pessoas, realizaram 160 visitas comunitárias e atenderam a 55 ocorrências (via 190), além de realizarem 26 ações policiais (por iniciativa do próprio policial). Ainda durante este mês de UPS o número de homicídios caiu a zero, ou seja, a média era de um por mês, uma redução 100%. O número de roubos apresentou redução de 75%.

Antes da implantação da UPS no Parolin as maiores reclamações no bairro eram sobre o grande número de roubos e furtos a pessoas, veículos e estações tubos por usuários de entorpecentes. “Agora, com a presença policial constante e aumento no número de abordagens, isso diminuiu drasticamente”, avalia César.

“Nos locais onde foram instaladas as Unidades do Paraná Seguro a equipe policial é fixa, ou seja, onde havia uma viatura que atendia três bairros, agora tem equipe própria e permanente. A equipe Paraná Seguro cuida apenas daquele local e, assim, será em todos os locais que receberem o projeto”, garante o Subcomandante Geral.

ESTADO – A ação da PM em todo o Estado nos últimos seis meses resultou na apreensão de 3.127 armas de fogo, de 9.244,962 kg de maconha, 103,711 kg de cocaína, 188,584 kg de crack e 600 comprimidos de ecstasy. Ainda neste período, foram abordadas 1.533.990 pessoas das quais foram presas ou apreendidas 16.788 por envolvimento com algum tipo de crime. Estes dados são referentes às atividades policiais de todas as unidades da Polícia Militar do Estado (batalhões, companhias independentes e unidades especializadas).

“Em todo o território estadual a PM trabalhou duro nos últimos seis meses, em integração com todas as forças do Estado, incluindo as polícias Civil e Federal, o Gaeco e o Ministério Público”, disse o coronel César. O subcomandante geral da PM lembrou que o Programa Paraná Seguro, do governo do Estado, prevê a modernização da Polícia Militar com a aquisição de equipamentos, viaturas, capacitação e contratação de pessoal.

“A partir de setembro os módulos policiais, a princípio móveis (compostos por vans, viaturas, motos e policiais) começarão a ser implantados em Curitiba, que deverá receber 75 unidades. Em todo o Paraná o Estado deverá implantar 400 unidades até 2014”, afirmou César.

“Com o apoio do Governo do Estado e da Secretaria da Segurança Pública, a Polícia Militar tem superado as dificuldades estruturais e dado a resposta que a população espera, como mostram os números de apreensão de drogas, armas, abordagens a pessoas, e ao mesmo tempo reduzindo os índices de homicídios e de roubo”, avaliou o comandante-geral, coronel Roberson Luiz Bondaruk.

Policiais da Delegacia de Furtos e Roubos apreenderam, na noite de terça-feira (05/06), 800 quilos de maconha em uma residência localizada na Rua Afonso de Lima, no bairro Parque da Fonte, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. De acordo com a polícia, a droga estava em uma caminhonete estacionada na garagem.

As investigações a cerca da residência começaram quando a polícia recebeu a informação que no local eram vendidos eletrodomésticos roubados. Ao chegar na casa, a equipe policial abordou algumas pessoas suspeitas, que confirmaram comprarem drogas naquele lugar.

Na garagem da residência estava o veículo sem os bancos e com a droga dentro. A casa estava vazia, o que, segundo a polícia, comprova que ela é utilizada apenas como depósito. Dentro da casa foi encontrado um bilhete de pedágio que mostra que o veículo Captiva veio com a droga de Foz do Iguaçu na segunda-feira (04/06).

Foi encontrado também um documento em nome de Ed Carlos da Silva, 26 anos. O delegado-titular da DFR, Rodrigo Brown afirma que ele é suspeito de ser o dono da droga. Ed Carlos já tem passagem pela polícia e está sendo procurado pela DFR. Quem tiver informações sobre o suspeito, ligar no (41) 3218-6100.

Delegado Cristiano Augusto Quintas dos Santos


Quem está “fora-da-lei” é a imprensa que, sob o escudo constitucional da “liberdade de imprensa” pode divulgar o que quiser e contra quem quiser, basta cair no desgosto de algum editor, que não precisará prestar contas daquilo que divulgou. Isto, num estado monopolizado nas notícias como o Estado do Paraná, é deveras preocupante. Já a Polícia Civil presta contas à própria Polícia, ao Tribunal de Contas, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário. Das duas, Polícia e Imprensa, quem pode ser mais irresponsável?

A Gazeta do Povo não mente, MAS OMITE!!! Faltou a reportagem (“Dinheiro real para delegacias fantasmas”, veiculada na edição de Domingo, dia 20 de maio de 2012, em matéria de capa, na versão impressa) mencionar que, apesar de os prédios das delegacias dos municípios estarem fechados, os serviços de Polícia Judiciária continuam sendo prestados pela Polícia Civil nas cidades próximas (Delegacias Regionais e Subdivisões), ou será que a população daquele local também sumiu??? Ou será que ninguém pratica crimes naquelas cidades (meu deus, quero morar lá)??? Será que ninguém ali vai preso??? E, sendo preso, onde fica ele recolhido??? E o inquérito policial relativo aos crimes cometidos ali, e as diligências ínsitas a todos os inquéritos policiais???

Destaco que, como delegado de polícia atuando já há quase 10 anos no interior, por diversas vezes tive de acumular a função de Delegado de Polícia de várias cidades ao mesmo tempo, cidades estas que, segundo critério da administração naquela época, não “justificavam” a nomeação de servidor policial civil exclusivo para aquela cidade, diante da maior carga de serviços em cidades maiores, onde, aí sim, se concentravam os trabalhos.
Contudo, assim como aconteceu comigo, há sim policiais civis lotados ali, mas acumulando vários municípios, e desempenhando suas funções nas sedes de Subdivisão.

E, se a prestação de serviço continua, também continua a necessidade de destinação de recursos e a demanda por investimentos. Vale ressaltar que, nestes casos, os gastos são ainda maiores, pela falta da presença física de policiais naquelas delegacias: o deslocamento semanal para rotinas burocráticas, para a realização de operações, para o cumprimento de intimações e para o cumprimento de mandados de busca e de prisão. Ressalte-se que, quanto a tais deslocamentos, o policial que acumula diversas cidades não recebe “diárias”, e tem de arcar pessoalmente com os gastos de alimentação e hospedagem, quando necessária.
Todo esse serviço de Polícia Judiciária, que continua sendo prestado, exige dedicação e exige recursos que, geralmente, são insuficientes.

Aliás, a tendenciosa reportagem precisou somar os recursos enviados em 08 anos para chegar a um número expressivo, a um número que “dê reportagem de capa” (e por aí já se vê a real intenção da reportagem). Ficando com o exemplo apenas de Guaraqueçaba, foi mencionado na reportagem que aquele município recebera R$153.000,00 em oito anos, o que totaliza aproximadamente R$1.600,00 reais mensais, quantia esta irrisória para os cofres públicos e que nem de longe são suficientes para a manutenção do serviço de Polícia Judiciária relativamente àquela cidade, ainda que prestado na sede da Subdivisão.
Haveria uma nítida intenção de enxovalhar a Polícia Civil? Haveria um projeto para “derrubar” o Delegado Geral, e até mesmo o Secretário de Segurança (que também é delegado)? Prefiro acreditar que isto seja uma mera “mania de perseguição”.

Digo isto porque, assim como a Polícia Civil, a Polícia Militar também recebe o malfadado (e insuficiente) Fundo Rotativo (assim como também o recebem os Diretores de Escolas Estaduais). E, relativamente às contas da Polícia Militar não houve sequer uma nota relativo aos gastos do Fundo Rotativo. Foram ouvidos diversos policiais militares na reportagem, mas não foram ouvidos os delegados responsáveis por aquelas delegacias supostamente abandonadas.
Se o objetivo é divulgar a verdade, então, que se vá atrás da verdade. Se a equipe teve o trabalho, durante 5 meses, de visitar aqueles lugares, por que não procuraram os delegados responsáveis por aquelas unidades, que estavam nas sedes de Subdivisão, não muito distantes dali? Ficaram apenas as informações passadas por praças militares locais, que não sabem quanto, quando e nem onde são aplicados os recursos.
Bem, diante de tais fatos, não sei se deixo de ler a Gazeta do Povo, ou se procuro um psiquiatra, para cuidar da minha “mania de perseguição”. Acho que a primeira opção será mais eficaz.

Fonte: Blog Cláudia Wasilewski

PM recebe 18 chamados durante o domingo do Atletiba

por australopiteco em 15 de maio de 2012


A Polícia Militar do Paraná registrou, desde as 8h da manhã até às 23h59 deste domingo (13), 18 chamadas envolvendo torcedores do Atletiba, realizado no estádio Couto Pereira, no Alto da Glória, pelo Campeonato Paranaense. O esquema de segurança montado pela PM para o jogo contou com 500 policiais militares dentro e fora do estádio (num perímetro de 1.000 metros) e mais 450 espalhados em outras regiões da cidade e Região Metropolitana (RMC).

Dos 18 chamados, três situações são consideradas mais relevantes pela PM. A primeira delas foi registrada às 10h57 na Avenida Erasto Gaertner, no bairro Bacacheri, em Curitiba (próximo ao parque), onde cerca de 50 torcedores do Coritiba estariam promovendo tumulto e tentando promover confronto. A PM conseguir dispersar os torcedores.

Outra situação relevante ocorreu às 12h39 no terminal do Alto Maracanã, no bairro de mesmo nome, em Colombo, quando cerca de 20 torcedores do Coritiba tentaram invadir o terminal. A PM chegou imediatamente e dispersou as pessoas que lá estavam. A terceira ocorrência, considerada a mais relevante pela PM, ocorreu depois do jogo.

Às 19h07 na Rua Airton Senna da Silva, em Pinhais um homem foi atingido por estilhaços de vidro e depois foi encaminhada ao hospital. “Um torcedor atirou uma pedra na janela de um coletivo, o vidro quebrou e os cacos feriram o passageiro que, em seguida, foi encaminhado ao pronto socorro pelo Siate”, conta o major Manoel Jorge Neto, Porta-Voz do Atletiba deste domingo.

Para o major, o mais importante é que o esquema de policiamento montado pela PM garantiu a segurança da população e os casos registrados foram rapidamente solucionados. “Como as equipes policiais estavam bem distribuídas cada vez que havia um chamado ficava fácil controlar as situações, isto fica claro se considerarmos o resultado dos chamados: em todos a PM dispersou os torcedores, acompanhou grupos e manteve a ordem”, disse Neto.

OUTRAS – Além destas três, a PM foi chamada para dar atendimento a outras 15 situações sendo 11 em Curitiba: Boa Vista (provocação de tumulto), barreirinha (briga entre torcedores), Pinheirinho (tumulto na rua), Água Verde (torcedores atirando pedras nas ruas), Campo Comprido (torcedores ameaçam pedestre), Boqueirão (desordem no terminal), Hauer (dano ao patrimônio), Fazendinha (tumulto terminal), Alto da Glória (tumulto próximo ao estádio), Rebouças – Avenida Iguaçu (tumulto), Rebouças – Getúlio Vargas (tumulto).

Na região metropolitana também foram registradas outros três chamados sendo Alto Maracanã – Colombo (torcedores provocando tumulto no terminal), Jardim Cláudia – Pinhais (tumulto), Cachoeira – Almirante Tamandaré (dano ao patrimônio) e Rio Branco do Sul (tumulto terminal).

Além das imediações do estádio, todos os terminais, estações tubos e ruas receberam o patrulhamento das equipes policiais. “Todas as situações de tumulto se desfaziam quando os infratores percebiam a presença da polícia nas imediações”, avalia o major. De acordo com ele, a aplicação dos policiais militares do serviço administrativo, por meio do Batalhão de Pronto Emprego (BEPE) contribuiu bastante para a manutenção da ordem na cidade.

REUNIÃO – Antes da partida, na semana passada, a PM se reuniu com representantes dos clubes Coritiba e Atlético paranaenses, além da Federação Paranaense de Futebol, Polícia Civil, integrantes das torcidas organizadas e outros órgãos direta ou indiretamente envolvidos com o Atletiba. Durante o encontro foi planejado o esquema de segurança que foi iniciado uma hora antes da abertura dos portões e se estendeu até duas horas depois do jogo.

Fonte: Márcia Santos/PMPR

PRF apreende 43 quilos de crack e 31 quilos de cocaína

por australopiteco em 27 de abril de 2012

Uma carga de 43 quilos de crack e 31 quilos de cocaína foi apreendida durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal na BR 163, em Lindoeste/PR, na quinta-feira (26). As drogas estavam escondidas em compartimentos preparados nas laterais da caçamba de uma Strada com placas de Dourados/MS.

O motorista, de 38 anos, foi preso e disse aos policiais que pegou as drogas em Dourados, mas só saberia o local da entrega durante a viagem.


O esquema de segurança montado pela Polícia Militar do Paraná para o Atletiba deste domingo (22) garantiu a tranquilidade dos torcedores que foram até o estádio Couto Pereira para acompanhar a partida. Durante todo o período de reforço do policiamento foi registrado um encaminhamento por porte de substância entorpecente dentro do estádio; fora dele (Curitiba e Região Metropolitana) mais nove chamados foram recebidos, porém, os torcedores não eram encontrados, pois se misturavam a outros ou saiam do local.

“Este foi um dos atletibas mais tranquilos, e isso se deve a presença maciça da Polícia Militar nas ruas, em uma organização sistêmica, com apoio da Polícia Civil e da Guarda Municipal, que juntos trabalharam em prol de uma partida harmônica. Todos os terminais, estações tubos e ruas receberam o patrulhamento das equipes policiais. Todas as situações de tumulto se desfaziam quando os infratores percebiam a presença da polícia nas imediações”, avalia o Subcomandante-Geral Coronel Cesar Alberto Souza.

De acordo com ele, a aplicação dos policiais militares do serviço administrativo, por meio do Batalhão de Pronto Emprego (BEPE) contribuiu bastante para a manutenção da ordem na cidade. “Não só Curitiba, mas a região metropolitana também teve o policiamento reforçado”, disse o Coronel. Cerca de 550 policiais militares participaram da operação ao redor do estádio e dentro dele, além de outros aplicados em pontos estratégicos da cidade como nas proximidades de terminais e estações tubo, pelas unidades da PM de área.

Destas ocorrências, duas são mais graves. A primeira delas ocorreu por volta das 17h30 na Rua Brasílio Itiberê esquina com o Brigadeiro Franco, no posto Chaparral. A PM foi chamada porque vários torcedores com camisetas do Atlético teriam invadido e saqueado a loja de conveniência do local. Ao chegar lá, as equipes policiais orientaram as vítimas, mas ninguém foi preso porque os rapazes já haviam se misturado à multidão. “As imagens das câmeras de segurança da loja devem ser enviadas à Policia Civil que vai investigar o caso e identificar os suspeitos.

Mais tarde, as 18h43, a PM foi chamada para atender uma ocorrência na Avenida Visconde de Guarapuava, no Centro da cidade. A denúncia informou que cerca de 30 pessoas com camisetas do Atlético atiravam pedra nos carros, intimidavam pessoas na rua e seguiram sentido Praça Rui Barbosa. O grupo não foi localizado pela PM. De acordo com a URBS sete ônibus foram apedrejados.

OUTRAS – Além destas duas ocorrências, a PM também foi acionada para dar atendimento a sete situações de tumulto, desordem e arrastão e apedrejamento, todas encerradas antes da chegada das equipes. “Estivemos presentes em todas as regiões o que facilitou o trabalho de presença policial em qualquer situação solicitada, ou até mesmo de patrulhamento”, destaca o Coronel Cesar.

Às 09h59 da manhã deste domingo a PM foi chamada ao centro de Curitiba para dar atendimento à ocorrência no Tubo Central. Denúncia anônima dizia que torcedores do Atlético ficariam sem uniforme nos terminais para confrontar com torcedores do Coritiba. Nada foi constatado. Mais tarde, às 10h25, uma informação levou a PM até o Terminal de Campina do Siqueira, onde cerca de 30 torcedores estariam promovendo desordens. A Guarda Municipal atendeu a ocorrência.

Três minutos depois, às 10h28, a PM foi acionada para ir até o Terminal Campo Comprido, onde várias pessoas estariam promovendo arrastão no interior do Terminal. Guarda Municipal atendeu. Depois, às 12h35, a PM foi até o Terminal Santa Cândida, no qual várias pessoas supostamente promoviam desordem. A equipe da PM não constatou o fato. Às 13h48, a PM seguiu até o Terminal Alto Maracanã, onde também haveria desordem. ns e arrastão no interior do terminal. O tumulto generalizado foi dispersado.

Outra informação de que cerca de 30 torcedores do Atlético apedrejaram ônibus próximo ao Teatro Paiol, na Rua João Negrão, também levou a Polícia Militar ao local. No Centro cívico, também houve um atendimento feito pela PM que recebeu a informação de que aproximadamente 20 torcedores invadiram um ônibus Inter II e provocaram tumulto.

REUNIÃO – Antes da partida, na semana passada, a PM se reuniu com representantes dos clubes Coritiba e Atlético paranaenses, além do Ministério Público, da Federação Paranaense de Futebol, Polícia Civil, integrantes das torcidas organizadas e outros órgãos direta ou indiretamente envolvidos com o Atletiba. Durante o encontro foi planejado o esquema de segurança que foi iniciado uma hora antes da abertura dos portões e se estendeu até duas horas depois do jogo.

Fonte: Márcia Santos/PMPR

Delegado desabafa após prender quadrilha de menores

por australopiteco em 20 de abril de 2012

O Delegado José Ribeiro, da cidade de Colider, no Mato Grosso, mostrou toda a revolta após prender uma quadrilha com menores de idade, e em menos de 24 horas eles foram soltos.

E a Juíza Ana Paula Gomes Freitas, chamou a imprensa para responder o delegado:

Grupo TIGRE “sofre” na mão da INjustiça gaúcha

por australopiteco em 19 de abril de 2012


O que podemos chamar de uma das decisões mais equivocadas e absurdas da história deste Ministério Público do Rio Grande do Sul, aconteceu nesta última terça-feira (17). A juíza Eda Salete Zanatta de Miranda, da 1ª Vara Criminal de Gravataí, que, ou não conhece o histórico do Grupo T.I.G.R.E. (Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial) ou foi influenciada por forças maiores a tomar a decisão do afastamento do Delegado Chefe do grupo, Renato Bastos Figueiroa, o delegado-adjunto Danilo Zarlenga Crispim e um investigador.

Simplesmente não há nenhum cabimento nesta decisão. Durante toda a operação dos policiais paranaenses, não houve clandestinidade e ilegalidade por parte destes policiais, o que não podemos dizer o mesmo de um Sargento que sem farda, dirigia uma moto completamente embriagado e disparou contra a equipe destes policiais sem mesmo se identificar como policial. Altamente treinados, eles revidaram e acabaram atingindo o Sargento que morreu no local.

Todo o tipo de assistência foi dada por parte deles, mas infelizmente, devido a politicagem de um governador que não tem coragem de assumir o erro de seu policial, está dificultando o máximo possível para que a verdade apareça.

Nossa reportagem teve acesso a reconstituição do crime, onde uma testemunha do caso que provavelmente foi comprada, disse ter visto o sargento da brigada militar sendo alvejado com sua moto ainda em movimento, em sequência, caindo, fazendo com que sua moto soltasse faíscas pelo caminho. O juiz foi até a residência desta testemunha que dizia ter visto toda a cena pela janela, porém, ao chegar na janela, não era possível avistar nada do que ele relatou, desconsiderando totalmente o depoimento desta testemunha.

Nossa reportagem ainda teve acesso as informações de que, no dia seguinte à morte do sargento, quando os policiais gaúchos descobriram o cativeiro, e, em uma ação desastrosa culminou na morte de um refém, outro grupo de policiais do TIGRE, estavam a caminho do cativeiro, para dar apoio, porém, próximo do cativeiro, esses policiais foram abordados e revistados por policiais militares gaúchos, que sabiam da missão dos paranaenses, e, por motivo ainda desconhecido, tentaram prejudicar a ação dos policiais paranaenses, que não conseguiram chegar a tempo no cativeiro, devido a essa abordagem totalmente desnecessária.

É notável o quanto o governo gaúcho tenta tirar a responsabilidade de seu policial e tenta jogar a culpa nos policiais paranaenses. O grande problema é que ele foi fazer isso na polícia errada.

Para quem não conhece, o Grupo TIGRE foi criado em 1990. Ele atua na repressão de delitos em que haja a figura de refém, tais como seqüestro, roubo, cárcere privado, violação de domicílio, extorsão mediante seqüestro e rapto. Esses policiais recebem treinamento intensivo, não só de tiro mas de escalada, rapel, mergulho, primeiros socorros e artes marciais. O grupo se tornou referência mundial, onde 100% de suas ações tiveram sucesso com vítimas a salvo e sem pagamento de resgate.

Recentemente o Grupo TIGRE foi chamado para uma missão no norte do Paraná, onde o objetivo era prender um grande traficante da região. Nossa equipe acompanhou toda a operação. Ao chegar na residência, sistema de monitoramento por câmeras e cerca elétrica. Os profissionais colocaram uma carga explosiva no muro, onde abriu um buraco que permitiu a entrada dos policiais rapidamente. Em menos de um minuto e meio, a residência estava dominada e o traficante preso.

O alto treino e foco, fazem destes profissionais os melhores do Brasil, e de maneira totalmente irresponsável e equivocada, estão sofrendo essa perseguição política por parte do governo gaúcho, que a todo momento, tenta culpá-los pela ação desastrosa de seu sargento.

E que o resultado final de toda essa investigação seja verdadeiro e não influenciado pela força política que vem sendo aplicada de forma estúpida.